quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Laís

Inacabada (ou acabada as pressas, mas oportuna na data)


Como o tempo vem e me explode assim
No rosto lindo de Laís?
Me joga na cara os anos ociosos
Em dias azuis, curtos, anis

E que mais, Laís, me humilhas?
Não basta meus escassos cabelos?
Não basta minha idosa família?
Pro tempo, Laís, não se tem apelo.

E continuarão os dias
Correndo, assim, rápidos sutis
O presente fugindo do nosso tempo
Procurando o rosto lindo de Laís.

Um comentário:

Hugo Morais disse...

Vou mostra a ela viu viadinho?